Nós que temos ou que tivemos filhos pequenos podemos avaliar o sentimento de um pai e uma mãe que vê seu filho sendo vitimado por abusos e até por morte. Se não fosse a força que vem de Deus, ninguém suportaria. Mas como Jesus disse, conheça a verdade e ela vos libertará, significa que tem alguma explicação para esses casos . Ninguém agüenta mais de tanto que ficou comum, principalmente quando acontece com os outros e de preferência bem longe da gente. O que acontece é que eles andam acontecendo bem próximos de todos nós e, portanto é preciso buscar entender porque eles têm se repetido tanto. A primeira coisa a entender é que Deus é justo, que não erra e que nada acontece sem que ele permita. Sem essa convicção não há como acreditar no que eu vou dizer aqui.
Quando eu olho uma criança, eu sei que o seu corpinho é novo, mas também sei que o espírito que abita esse corpo vem do espaço para aprender alguma coisa e, portanto pode ser mais velho que o espírito do pai, do avô, e do meu. Ele é o resultado de muitas lutas, muitas quedas e de muitos aprendizados também, inclusive o de que o mal que alguém faz aos outros não fica impune diante das leis de Deus, não importa o tempo que isso leve para o acerto de contas, contando que isso sirva de lição para quem o praticou. A dor é uma poderosa lição para o renascimento de nova pessoa e Deus só a permite porque ele sabe que a morte não é o fim, que o sacrifício é passageiro, e que a evolução não deve deter seu curso pela nossa estagnação. A criança traz em seu espírito muitos débitos contraídos em outras existências, aguardando oportunidades de ressarcimento, oportunidades que Deus sabe quando e onde deve ser feitas. O que não se pode aceitar é que as pessoas que abusam das crianças ou de quem quer que seja, venha a este mundo para assim agir. Deus em sua condição possui métodos suficientes para aplicar a sua justiça, sem ter que usar uma pessoa para fazer isso. Se essas pessoas assim procedem é pelo desejo de fazê-lo, então nesse caso, ele é permitido, porque concorre que desse mal surgirá também o seu despertamento mais cedo ou mais tarde. O que eu quero dizer é que as vítimas sempre têm uma causa em sua própria história que não permitiu ser poupado dos acontecimentos. É também sempre uma prova ou expiação para os país e familiares que devem sempre buscar acima de tudo a fé em Deus, porque sem a fé, corre-se o risco de perder os seus frutos. Não devemos nos esquecer jamais, que a plantação é opcional, mas a colheita, essa é obrigatória. O espírito não consegue prosseguir a sua jornada na luz se antes não resolver os gargalhos que os mantém cativeiros do remorso e da culpa. Isso faz com que a criança de hoje pode ter, ela mesma solicitado antes de nascer, passar por situações tais, que as libertarás de tais remorsos, para então retomar o caminho da evolução. Muita paz nesse dia de hoje e que Deus abencoe todas as crianças do mundo.
quarta-feira, 20 de abril de 2011
domingo, 17 de abril de 2011
SEGURANÇA
Eu estava lendo um comentário de um anônimo em um blog que acompanho, sobre um indivíduo aparecido morto e com fortes sinais de tortura. O comentário foi é claro, de indignação, visto que nenhum ser humano merece passar por isto. Esse leitor do blog menciona também que as autoridades administrativas deveriam dar mais segurança à sua população, o que é muito certo, já que prometem tanto nas épocas das eleições. Então eu fiquei pensando na foto daquele cara jogado no chão, torturado, maltratado e morto de forma tão cruel. Meus Deus! Seria muito bom se existissem meios de proteger todas as pessoas, mas e aqueles que vivem em prol do mal? Os que buscam o perigo por caminhos da ilusão e da bandidagem?. Nesses casos ainda está para nascer um prefeito, governador ou presidente que seja capaz de garantir a segurança dessas pessoas, por elas possuírem uma mente ligada ao mal e se tornarem instrumento deste.
Criticar é muito fácil e nós adoramos fazer, principalmente quando se é oposição, pois há casos de violência e mortes que nenhuma autoridade consegue evitar por mais que haja, carros blindados, câmaras por todo lado, exército inteiro etc. Geralmente esses atos acontecem na calada da noite e por pessoas perigosas que agem através das máfias da vida e do tráfico de drogas. È bem verdade que a impunidade no Brasil contribui e muito para o aumento da criminalidade. Se as pessoas tivessem a certeza que seriam punidas, muitas delas evitariam cometer seus crimes. Com isto se torna impossível guardar a vida dos que não se cuidam, dos promíscuos, dos corruptos e dos mal intencionados. Se a sujeira atrai mosca, uma mente suja atrai o mal que acaba por recair sobre ela mesma.
A mente humana é o único lugar ilimitado para armazenamento de pérola ou lixo, conforme o seu hospedeiro queira. O perigo não mora ao lado, ele mora é dentro do homem que atraí ou retrai a atração do mal que ele próprio cria em volta de si mesmo.
A verdadeira proteção é possível quando a mente e coração alinham-se com as forças positivas da natureza, atraindo a presença do bem e recusando as influências malévolas. Aí está o verdadeiro Guarda costa que faz a higienização de tudo que vem de fora, possibilitando que as companhias espirituais do bem protejam os seus tutelados da melhor forma possível. O resto é resto, mas quem não acredita,compra acessórios, paga caro e no final coloca a raposa pra tomar conta do seu galinheiro. Aí você pergunta: Mas e a violência contra crianças, que ainda não tiveram tempo de fazer o mal? No próximo post, falaremos sobre isso.
Criticar é muito fácil e nós adoramos fazer, principalmente quando se é oposição, pois há casos de violência e mortes que nenhuma autoridade consegue evitar por mais que haja, carros blindados, câmaras por todo lado, exército inteiro etc. Geralmente esses atos acontecem na calada da noite e por pessoas perigosas que agem através das máfias da vida e do tráfico de drogas. È bem verdade que a impunidade no Brasil contribui e muito para o aumento da criminalidade. Se as pessoas tivessem a certeza que seriam punidas, muitas delas evitariam cometer seus crimes. Com isto se torna impossível guardar a vida dos que não se cuidam, dos promíscuos, dos corruptos e dos mal intencionados. Se a sujeira atrai mosca, uma mente suja atrai o mal que acaba por recair sobre ela mesma.
A mente humana é o único lugar ilimitado para armazenamento de pérola ou lixo, conforme o seu hospedeiro queira. O perigo não mora ao lado, ele mora é dentro do homem que atraí ou retrai a atração do mal que ele próprio cria em volta de si mesmo.
A verdadeira proteção é possível quando a mente e coração alinham-se com as forças positivas da natureza, atraindo a presença do bem e recusando as influências malévolas. Aí está o verdadeiro Guarda costa que faz a higienização de tudo que vem de fora, possibilitando que as companhias espirituais do bem protejam os seus tutelados da melhor forma possível. O resto é resto, mas quem não acredita,compra acessórios, paga caro e no final coloca a raposa pra tomar conta do seu galinheiro. Aí você pergunta: Mas e a violência contra crianças, que ainda não tiveram tempo de fazer o mal? No próximo post, falaremos sobre isso.
sexta-feira, 8 de abril de 2011
VALE SABER
Dica de Site:
http://www.comunidadeespirita.com.br
Sem nos determos no exame dos fatores sócio-psicológicos causais do alcoolismo generalizado, de duas ordens são as engrenagens que o desencadeiam,- observado o problema do ponto de vista espiritual.
Antigos viciados e dependentes do álcool, em desencarnando não se liberam do hábito, antes sofrendo-lhe mais rude imposição.
Prosseguindo a vida, embora a ausência do corpo, os vícios continuam vigorosos, jungindo os que a eles se aferraram a uma necessidade enlouquecedora. Atônitos e sedentos, alcoólatras desencarnados se vinculam às mentes irresponsáveis, de que se utilizam para dar larga à continuação do falso prazer, empurrando-os, a pouco e pouco, do aperitivo tido como inocente ao lamentável estado de embriaguez. Os que lhes caem nas malhas, tomam-se, por isso mesmo, verdadeiros recipientes por meio dos quais absorvem os vapores deletérios, caindo, também, em total desequilíbrio, até quando a morte advém à vítima, ou as Soberanas Leis os recambiam à matéria, que padecerá das dolorosas injunções constritoras que lhe impõe o corpo perispiritual...
Normalmente, quando reencarnados, os antigos viciados recomeçam a atividade mórbida, servindo, a seu turno, de instrumento do gozo infeliz, para os que se demoram na Erraticidade inferior...
Outras vezes,. os adversários espirituais, na execução de uma programática de desforço pelo ódio, induzem os seus antigos desafetos à iniciação alcoólica, mediante pequenas doses, com as quais no transcurso do tempo os conduzem à obsessão, desorganizando-lhes a aparelhagem físio-psíquica e dominando-os totalmente.
No estado de alcoolismo faz-se muito difícil a recomposição do paciente, dele exigindo um esforço muito grande para a recuperação da sanidade.
Não se afastando a causa espiritual, torna-se menos provável a libertação, desde que, cessados os efeitos de quaisquer terapêuticas acadêmicas, a influência psíquica se manifesta, insidiosa, repetindo-se a lamentável façanha destruidora...
A obsessão, através do alcoolismo, é mais generalizada do que parece.
Num contexto social permissivo, o vício da ingestão de alcoólicos torna-se expressão de status, atestando a decadência de um período histórico que passa lento e doído.
Pelos idos de 1851, porque enxameassem os problemas derivados da alcoolofilia, Magno Huss realizou, por vez primeira, um estudo acurado da questão, promovendo um levantamento dos danos causados no indivíduo e alertando as autoridades para as conseqüências que produz na sociedade.
Os que tombam na urdi dura alcoólica, justificam-lhe o estranho prazer, que de início lhes aguça a inteligência, faculta-lhes sensações agradáveis, liberando-os dos traumas e receios, sem se darem conta de que tal estado é fruto das excitações produzidas no aparelho circulatório, respiratório com elevação da temperatura para, logo mais;. produzir o nublar da lucidez, a alucinação, o desaparecimento do equilíbrio normal dos movimentos...
Inevitavelmente, o viciado sofre uma congestão cerebral intensa ou experimenta os dolorosos estados convulsivos, que se tornam perfeitos delírios epilépticos, dando margem a distúrbios outros: digestivos, circulatórios, nervosos que podem produzir lesões irreversíveis, graves.
A dependência e continuidade do vício conduzem ao delirium tremens, resultante da cronicidade do alcoolismo, gerando psicoses, alucinações várias que culminam no suicídio, no homicídio, na loucura irrecuperável.
Mesmo em tal caso, a constrição obsessiva segue o seu curso lamentável, já que, não obstante destrambelhadas as aparelhagens do corpo, o espírito encarnado continua a ser dominado pelos seus algozes impenitentes em justas de difícil narração...
Além dos danos sociais que o alcoolismo produz, engendrando a perturbação da ordem, a queda da natalidade, a incidência de crimes vários, a decadência econômica e moral, é enfermidade espiritual que o vero Cristianismo erradicará da Terra, quando a moral evangélica legítima substituir a débil moral social, conveniente e torpe.
Ao Espiritismo cumpre o dever de realizar a psicoterapia valiosa junto a tais enfermos e, principalmente, a medida preventiva pelos ensinos corretos de como viver-se em atitude consentânea com as diretrizes da Vida Maior.
Livro:Calvário de Libertação. Psicografia de Divaldo P. Franco
http://www.comunidadeespirita.com.br
Sem nos determos no exame dos fatores sócio-psicológicos causais do alcoolismo generalizado, de duas ordens são as engrenagens que o desencadeiam,- observado o problema do ponto de vista espiritual.
Antigos viciados e dependentes do álcool, em desencarnando não se liberam do hábito, antes sofrendo-lhe mais rude imposição.
Prosseguindo a vida, embora a ausência do corpo, os vícios continuam vigorosos, jungindo os que a eles se aferraram a uma necessidade enlouquecedora. Atônitos e sedentos, alcoólatras desencarnados se vinculam às mentes irresponsáveis, de que se utilizam para dar larga à continuação do falso prazer, empurrando-os, a pouco e pouco, do aperitivo tido como inocente ao lamentável estado de embriaguez. Os que lhes caem nas malhas, tomam-se, por isso mesmo, verdadeiros recipientes por meio dos quais absorvem os vapores deletérios, caindo, também, em total desequilíbrio, até quando a morte advém à vítima, ou as Soberanas Leis os recambiam à matéria, que padecerá das dolorosas injunções constritoras que lhe impõe o corpo perispiritual...
Normalmente, quando reencarnados, os antigos viciados recomeçam a atividade mórbida, servindo, a seu turno, de instrumento do gozo infeliz, para os que se demoram na Erraticidade inferior...
Outras vezes,. os adversários espirituais, na execução de uma programática de desforço pelo ódio, induzem os seus antigos desafetos à iniciação alcoólica, mediante pequenas doses, com as quais no transcurso do tempo os conduzem à obsessão, desorganizando-lhes a aparelhagem físio-psíquica e dominando-os totalmente.
No estado de alcoolismo faz-se muito difícil a recomposição do paciente, dele exigindo um esforço muito grande para a recuperação da sanidade.
Não se afastando a causa espiritual, torna-se menos provável a libertação, desde que, cessados os efeitos de quaisquer terapêuticas acadêmicas, a influência psíquica se manifesta, insidiosa, repetindo-se a lamentável façanha destruidora...
A obsessão, através do alcoolismo, é mais generalizada do que parece.
Num contexto social permissivo, o vício da ingestão de alcoólicos torna-se expressão de status, atestando a decadência de um período histórico que passa lento e doído.
Pelos idos de 1851, porque enxameassem os problemas derivados da alcoolofilia, Magno Huss realizou, por vez primeira, um estudo acurado da questão, promovendo um levantamento dos danos causados no indivíduo e alertando as autoridades para as conseqüências que produz na sociedade.
Os que tombam na urdi dura alcoólica, justificam-lhe o estranho prazer, que de início lhes aguça a inteligência, faculta-lhes sensações agradáveis, liberando-os dos traumas e receios, sem se darem conta de que tal estado é fruto das excitações produzidas no aparelho circulatório, respiratório com elevação da temperatura para, logo mais;. produzir o nublar da lucidez, a alucinação, o desaparecimento do equilíbrio normal dos movimentos...
Inevitavelmente, o viciado sofre uma congestão cerebral intensa ou experimenta os dolorosos estados convulsivos, que se tornam perfeitos delírios epilépticos, dando margem a distúrbios outros: digestivos, circulatórios, nervosos que podem produzir lesões irreversíveis, graves.
A dependência e continuidade do vício conduzem ao delirium tremens, resultante da cronicidade do alcoolismo, gerando psicoses, alucinações várias que culminam no suicídio, no homicídio, na loucura irrecuperável.
Mesmo em tal caso, a constrição obsessiva segue o seu curso lamentável, já que, não obstante destrambelhadas as aparelhagens do corpo, o espírito encarnado continua a ser dominado pelos seus algozes impenitentes em justas de difícil narração...
Além dos danos sociais que o alcoolismo produz, engendrando a perturbação da ordem, a queda da natalidade, a incidência de crimes vários, a decadência econômica e moral, é enfermidade espiritual que o vero Cristianismo erradicará da Terra, quando a moral evangélica legítima substituir a débil moral social, conveniente e torpe.
Ao Espiritismo cumpre o dever de realizar a psicoterapia valiosa junto a tais enfermos e, principalmente, a medida preventiva pelos ensinos corretos de como viver-se em atitude consentânea com as diretrizes da Vida Maior.
Livro:Calvário de Libertação. Psicografia de Divaldo P. Franco
domingo, 3 de abril de 2011
Eta raça!
Eta raça difícil é a nossa
Amassa enrosca enlameia e destroça
Eta raça daninha é a nossa
Que faz graça, e desgraça a própria sorte.
Eta raça cobiça é essa
Que mal tem tempo de ser generosa
Que vê a pedra no caminho, e passa...
Na volta pra casa na pedra tropeça.
Que gente contém essa raça
Que mata que esfola e quer ser demais
Que tempo ainda tem essa raça
Para dar conta de tudo que faz
Amassa enrosca enlameia e destroça
Eta raça daninha é a nossa
Que faz graça, e desgraça a própria sorte.
Eta raça cobiça é essa
Que mal tem tempo de ser generosa
Que vê a pedra no caminho, e passa...
Na volta pra casa na pedra tropeça.
Que gente contém essa raça
Que mata que esfola e quer ser demais
Que tempo ainda tem essa raça
Para dar conta de tudo que faz
sexta-feira, 25 de março de 2011
Apocalípse
Ainda sobre Adão e Eva e o povoamento da terra, quero dizer que gostei da explicação da Gênese, que admite fazermos uma comparação da história bíblica com os dias atuais, onde àquela situação parece prestes a se repetir.
Temos notícias de que um novo planeta está sendo preparado para receber uma grande emigração de espíritos que já deixaram e deixarão a terra nos próximos tempos, nela não podendo mais voltar, até que queiram se render as leis de Deus. Veremos então e em cena novamente os símbolos do homem, da mulher, da serpente e da maçã, quando desobedece ao seu senhor e prova do pecado,se vendo imediatamente nu, visto que essa nudez significa que na hora da verdade pode se enganar aos homens, mas não se pode enganar a Deus.
Essa nova morada para os degredados filhos da terra, será com certeza um vale de lágrimas. Pelo grau de dificuldades que lá encontrarão, tendo em vista que serão limitados em todos os sentidos. Só através de muito sacrifício e muita dor, devastarão com lágrimas e ranger de dentes um mundo totalmente primitivo, como foi a terra nos períodos primeiros de sua evolução.
Será levar aos esses seres sem nenhum avanço intelectual, os conhecimentos aqui adquiridos, e com esse patrimônio tecnológico, científico, filosófico e material, auxiliarão na melhoria da nova morada, nutrindo é claro, uma grande melancolia por estarem provisoriamente privados do paraíso perdido.
Nesse caso o que possa parecer castigo se reverte em um bem e à medida que esses espíritos vão trabalhando e sofrendo na convivência com todos os perigos, muitos desses espíritos encarnados ali se libertarão mais rapidamente da ignorância a que foram tomados e possam fazer o caminho de volta.
A comparar com os faraós da história antiga, serão considerados deuses de um povo que rasteja na questão de conhecimentos, mas que pode e muito, fazer com que esses corações endurecidos, torturados pelo esforço da sobrevivência, optem por outros objetivos de vida. Inconscientemente se lembrarão da terra como sendo o céu ou o paraíso, e essa raça de emigrantes então será amanhã, o que somos hoje, aspirantes de um céu que por muito tempo foi referência para a boa formação de seus habilitantes.
Temos notícias de que um novo planeta está sendo preparado para receber uma grande emigração de espíritos que já deixaram e deixarão a terra nos próximos tempos, nela não podendo mais voltar, até que queiram se render as leis de Deus. Veremos então e em cena novamente os símbolos do homem, da mulher, da serpente e da maçã, quando desobedece ao seu senhor e prova do pecado,se vendo imediatamente nu, visto que essa nudez significa que na hora da verdade pode se enganar aos homens, mas não se pode enganar a Deus.
Essa nova morada para os degredados filhos da terra, será com certeza um vale de lágrimas. Pelo grau de dificuldades que lá encontrarão, tendo em vista que serão limitados em todos os sentidos. Só através de muito sacrifício e muita dor, devastarão com lágrimas e ranger de dentes um mundo totalmente primitivo, como foi a terra nos períodos primeiros de sua evolução.
Será levar aos esses seres sem nenhum avanço intelectual, os conhecimentos aqui adquiridos, e com esse patrimônio tecnológico, científico, filosófico e material, auxiliarão na melhoria da nova morada, nutrindo é claro, uma grande melancolia por estarem provisoriamente privados do paraíso perdido.
Nesse caso o que possa parecer castigo se reverte em um bem e à medida que esses espíritos vão trabalhando e sofrendo na convivência com todos os perigos, muitos desses espíritos encarnados ali se libertarão mais rapidamente da ignorância a que foram tomados e possam fazer o caminho de volta.
A comparar com os faraós da história antiga, serão considerados deuses de um povo que rasteja na questão de conhecimentos, mas que pode e muito, fazer com que esses corações endurecidos, torturados pelo esforço da sobrevivência, optem por outros objetivos de vida. Inconscientemente se lembrarão da terra como sendo o céu ou o paraíso, e essa raça de emigrantes então será amanhã, o que somos hoje, aspirantes de um céu que por muito tempo foi referência para a boa formação de seus habilitantes.
quarta-feira, 16 de março de 2011
RAÇA ADÂMICA
Veja o que fala em a Gênese cap. XI- gênese Espiritual(Alan Kardec) sobre a raça Adâmica,ou seja Adão e Eva, que todos nós aprendemos desde cedo, como sendo um homem uma mulher e o paraíso:
Segundo o ensino dos espíritos, foi uma dessas grandes imigrações, ou, querendo-se, uma dessas colônias de espíritos, vindo de uma outra esfera, que deram nascimento à raça adâmica, e, por esta razão, chamada raça Adâmica. Quando ela chegou, a terra estava povoada desde tempos imemoriais, como a América, quando chegaram os Europeus. (A Gênese)
Bom isso explica a questão da grande família que se formou a partir desse acontecimento bíblico. Segundo a Gênese, a terra já era povoada e eles não eram os únicos a residir por aqui. Eram uma raça mais evoluída intelectualmente, que trazia uma inteligência muito desenvolvida e com isso foram aproveitados, por Deus, para que com o suor do trabalho num mundo primitivo, eles pudessem aprimorar seus atributos morais, uma vez que no mundo dos quais foram expulsos, não quiseram ou não deram conta de fazê-lo.
Segundo o ensino dos espíritos, foi uma dessas grandes imigrações, ou, querendo-se, uma dessas colônias de espíritos, vindo de uma outra esfera, que deram nascimento à raça adâmica, e, por esta razão, chamada raça Adâmica. Quando ela chegou, a terra estava povoada desde tempos imemoriais, como a América, quando chegaram os Europeus. (A Gênese)
Bom isso explica a questão da grande família que se formou a partir desse acontecimento bíblico. Segundo a Gênese, a terra já era povoada e eles não eram os únicos a residir por aqui. Eram uma raça mais evoluída intelectualmente, que trazia uma inteligência muito desenvolvida e com isso foram aproveitados, por Deus, para que com o suor do trabalho num mundo primitivo, eles pudessem aprimorar seus atributos morais, uma vez que no mundo dos quais foram expulsos, não quiseram ou não deram conta de fazê-lo.
quinta-feira, 10 de março de 2011
HISTÓRIAS QUE AGENTE OUVE
Depois de uma longa parada, consegui chegar até o computador para contar um historinha, dessas que agente ouve por aí. Historinha boba, mas que tal tirar dela alguma lição? Quem sabe não encontremos resposta para muitos porquês disso e daquilo que vemos acontecer com os outros e porque não, com nós mesmos?
-E aí, seu Tião, ainda trabalhando na roça?
-Pois então, eu gosto de trabalhar fora. Vou contar para a dona, não suporto ficar em casa por dois motivos: Primeiro é que perdi a uns dois anos atrás, a minha mulher; ela que era a luz da minha vida, minha alegria .
-Que bom que vocês viviam bem. -
-Pois é dona, a minha esposa tinha o maior cuidado comigo, cozinhava muito bem, e quando a comida ficava pronta, era sempre eu que começava a servir. Nunca deixou de cuidar de mim, era minha companheira, eu sempre tinha com quem conversar...Agora que ela morreu, não tenho mais alegria de ficar em casa.
-o senhor não tem filhos?
-Sim, eu tenho oito filhos. Um deles morreu afogado quando era jovem, e os outros sete não querem nem saber de mim. Agora quando fazem a comida, se eu não ficar esperto, não sobra nada para mim. Se acaso eu não volto para casa, ningúem sequer vai até o quarto pra saber se eu tô vivo ou morto.Eles não querem me ver por perto. O segundo motivo é que o meu caçula tá usando essa tal de droga, e vive me roubando . Eu durmo com a carteira presa no corpo. Não combinamos de jeito nenhum. Se eu facilito, ele até me bate. Por isso é que eu gosto de trabalhar fora.
-Pois é, seu Tião. Mas por outro lado, o senhor agora pode ficar bem . Não precisa dos seus filhos pro seu sustento. Estou sabendo que o senhor tem duas aposentarias, nem precisa desse dinheirão todo. Aposto que tá fazendo uma boa poupança.
Bom até naquele ponto eu estava diante de um senhor de mais de setenta anos de idade, Com uma família criada em meio a muitas lutas, tinha perdido a esposa, a luz de sua vida, como ele dizia, e agora, como se isso não bastasse, era praticamente posto pra fora da sua própria casa, Pensei nessa história como muitas que agente houve por aí, e olhei aquele senhor franzino, pegando a enxada toda a manhã, faça chuva ou faça sol. Pensei na injustiça dos filhos em relação a ele. Um pai cançado, ja velho, tendo que ainda trabalhar para ter onde morar.
-Mas seu Tião, o senhor não precisa mais trabalhar assim .
-Sabe, Dona, os meus amigos dizem que o que acaba comigo é a gandaia. Estando na rua, não saio do bar da Lena. Eu tô enrolado é com umas muié. Elas levam todo o meu dinheiro. Só com uma tal fulana, eu tô enrolado... ja faz uns nove anos. E olha que ela é esperta demais, pega muito dinheiro.
Quase caí o queixo! -Nove anos? Mas seu Tião, o senhor só está viúvo a dois anos... O senhor era casado!
-Pois era!- Foi o que ele respondeu com um riso safado. Olhei para ele e só consegui falar: -Tá bom, Seu Tião, então o senhor não era fácil.
Nesse momento eu entendí o que a Bíblia conta sobre sodoma e gamorra. Os homens não sabem como sofrem e ficam perguntando Por quê? Será que é tão difícil assim, agente perceber em que ponto da nossa vida se perde o fio da meada e constrõem o próprio calvário? Não tenho o menor direito de julgar esse senhor e nem quero. Primeiro porque ele nem de longe se julga criador do momento atual de sua vida. Assim como ele, em sua simples história, nós outros também ocultamos de nós mesmos esses fios perdidos da meada, esses momentos em que uma plantação por menor que seja, responde lá na frente, nos cobrando caro a estrutura falida. Por um sorriso que deixamos de dar, por um abraço que negamos dentro do lar. Por fim as consequências, que a maioria enfrenta e nem sequer percebe que foi causa própria. Só algum dia com o despertar da verdadeira conciência se poder fazer uma varredura na própria história, e então analisar o que passou. Tanto pro seu Tião, como para 90% dos restantes esse momento ainda parece estar muito longe.
-E aí, seu Tião, ainda trabalhando na roça?
-Pois então, eu gosto de trabalhar fora. Vou contar para a dona, não suporto ficar em casa por dois motivos: Primeiro é que perdi a uns dois anos atrás, a minha mulher; ela que era a luz da minha vida, minha alegria .
-Que bom que vocês viviam bem. -
-Pois é dona, a minha esposa tinha o maior cuidado comigo, cozinhava muito bem, e quando a comida ficava pronta, era sempre eu que começava a servir. Nunca deixou de cuidar de mim, era minha companheira, eu sempre tinha com quem conversar...Agora que ela morreu, não tenho mais alegria de ficar em casa.
-o senhor não tem filhos?
-Sim, eu tenho oito filhos. Um deles morreu afogado quando era jovem, e os outros sete não querem nem saber de mim. Agora quando fazem a comida, se eu não ficar esperto, não sobra nada para mim. Se acaso eu não volto para casa, ningúem sequer vai até o quarto pra saber se eu tô vivo ou morto.Eles não querem me ver por perto. O segundo motivo é que o meu caçula tá usando essa tal de droga, e vive me roubando . Eu durmo com a carteira presa no corpo. Não combinamos de jeito nenhum. Se eu facilito, ele até me bate. Por isso é que eu gosto de trabalhar fora.
-Pois é, seu Tião. Mas por outro lado, o senhor agora pode ficar bem . Não precisa dos seus filhos pro seu sustento. Estou sabendo que o senhor tem duas aposentarias, nem precisa desse dinheirão todo. Aposto que tá fazendo uma boa poupança.
Bom até naquele ponto eu estava diante de um senhor de mais de setenta anos de idade, Com uma família criada em meio a muitas lutas, tinha perdido a esposa, a luz de sua vida, como ele dizia, e agora, como se isso não bastasse, era praticamente posto pra fora da sua própria casa, Pensei nessa história como muitas que agente houve por aí, e olhei aquele senhor franzino, pegando a enxada toda a manhã, faça chuva ou faça sol. Pensei na injustiça dos filhos em relação a ele. Um pai cançado, ja velho, tendo que ainda trabalhar para ter onde morar.
-Mas seu Tião, o senhor não precisa mais trabalhar assim .
-Sabe, Dona, os meus amigos dizem que o que acaba comigo é a gandaia. Estando na rua, não saio do bar da Lena. Eu tô enrolado é com umas muié. Elas levam todo o meu dinheiro. Só com uma tal fulana, eu tô enrolado... ja faz uns nove anos. E olha que ela é esperta demais, pega muito dinheiro.
Quase caí o queixo! -Nove anos? Mas seu Tião, o senhor só está viúvo a dois anos... O senhor era casado!
-Pois era!- Foi o que ele respondeu com um riso safado. Olhei para ele e só consegui falar: -Tá bom, Seu Tião, então o senhor não era fácil.
Nesse momento eu entendí o que a Bíblia conta sobre sodoma e gamorra. Os homens não sabem como sofrem e ficam perguntando Por quê? Será que é tão difícil assim, agente perceber em que ponto da nossa vida se perde o fio da meada e constrõem o próprio calvário? Não tenho o menor direito de julgar esse senhor e nem quero. Primeiro porque ele nem de longe se julga criador do momento atual de sua vida. Assim como ele, em sua simples história, nós outros também ocultamos de nós mesmos esses fios perdidos da meada, esses momentos em que uma plantação por menor que seja, responde lá na frente, nos cobrando caro a estrutura falida. Por um sorriso que deixamos de dar, por um abraço que negamos dentro do lar. Por fim as consequências, que a maioria enfrenta e nem sequer percebe que foi causa própria. Só algum dia com o despertar da verdadeira conciência se poder fazer uma varredura na própria história, e então analisar o que passou. Tanto pro seu Tião, como para 90% dos restantes esse momento ainda parece estar muito longe.
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