Ainda sobre Adão e Eva e o povoamento da terra, quero dizer que gostei da explicação da Gênese, que admite fazermos uma comparação da história bíblica com os dias atuais, onde àquela situação parece prestes a se repetir.
Temos notícias de que um novo planeta está sendo preparado para receber uma grande emigração de espíritos que já deixaram e deixarão a terra nos próximos tempos, nela não podendo mais voltar, até que queiram se render as leis de Deus. Veremos então e em cena novamente os símbolos do homem, da mulher, da serpente e da maçã, quando desobedece ao seu senhor e prova do pecado,se vendo imediatamente nu, visto que essa nudez significa que na hora da verdade pode se enganar aos homens, mas não se pode enganar a Deus.
Essa nova morada para os degredados filhos da terra, será com certeza um vale de lágrimas. Pelo grau de dificuldades que lá encontrarão, tendo em vista que serão limitados em todos os sentidos. Só através de muito sacrifício e muita dor, devastarão com lágrimas e ranger de dentes um mundo totalmente primitivo, como foi a terra nos períodos primeiros de sua evolução.
Será levar aos esses seres sem nenhum avanço intelectual, os conhecimentos aqui adquiridos, e com esse patrimônio tecnológico, científico, filosófico e material, auxiliarão na melhoria da nova morada, nutrindo é claro, uma grande melancolia por estarem provisoriamente privados do paraíso perdido.
Nesse caso o que possa parecer castigo se reverte em um bem e à medida que esses espíritos vão trabalhando e sofrendo na convivência com todos os perigos, muitos desses espíritos encarnados ali se libertarão mais rapidamente da ignorância a que foram tomados e possam fazer o caminho de volta.
A comparar com os faraós da história antiga, serão considerados deuses de um povo que rasteja na questão de conhecimentos, mas que pode e muito, fazer com que esses corações endurecidos, torturados pelo esforço da sobrevivência, optem por outros objetivos de vida. Inconscientemente se lembrarão da terra como sendo o céu ou o paraíso, e essa raça de emigrantes então será amanhã, o que somos hoje, aspirantes de um céu que por muito tempo foi referência para a boa formação de seus habilitantes.
sexta-feira, 25 de março de 2011
quarta-feira, 16 de março de 2011
RAÇA ADÂMICA
Veja o que fala em a Gênese cap. XI- gênese Espiritual(Alan Kardec) sobre a raça Adâmica,ou seja Adão e Eva, que todos nós aprendemos desde cedo, como sendo um homem uma mulher e o paraíso:
Segundo o ensino dos espíritos, foi uma dessas grandes imigrações, ou, querendo-se, uma dessas colônias de espíritos, vindo de uma outra esfera, que deram nascimento à raça adâmica, e, por esta razão, chamada raça Adâmica. Quando ela chegou, a terra estava povoada desde tempos imemoriais, como a América, quando chegaram os Europeus. (A Gênese)
Bom isso explica a questão da grande família que se formou a partir desse acontecimento bíblico. Segundo a Gênese, a terra já era povoada e eles não eram os únicos a residir por aqui. Eram uma raça mais evoluída intelectualmente, que trazia uma inteligência muito desenvolvida e com isso foram aproveitados, por Deus, para que com o suor do trabalho num mundo primitivo, eles pudessem aprimorar seus atributos morais, uma vez que no mundo dos quais foram expulsos, não quiseram ou não deram conta de fazê-lo.
Segundo o ensino dos espíritos, foi uma dessas grandes imigrações, ou, querendo-se, uma dessas colônias de espíritos, vindo de uma outra esfera, que deram nascimento à raça adâmica, e, por esta razão, chamada raça Adâmica. Quando ela chegou, a terra estava povoada desde tempos imemoriais, como a América, quando chegaram os Europeus. (A Gênese)
Bom isso explica a questão da grande família que se formou a partir desse acontecimento bíblico. Segundo a Gênese, a terra já era povoada e eles não eram os únicos a residir por aqui. Eram uma raça mais evoluída intelectualmente, que trazia uma inteligência muito desenvolvida e com isso foram aproveitados, por Deus, para que com o suor do trabalho num mundo primitivo, eles pudessem aprimorar seus atributos morais, uma vez que no mundo dos quais foram expulsos, não quiseram ou não deram conta de fazê-lo.
quinta-feira, 10 de março de 2011
HISTÓRIAS QUE AGENTE OUVE
Depois de uma longa parada, consegui chegar até o computador para contar um historinha, dessas que agente ouve por aí. Historinha boba, mas que tal tirar dela alguma lição? Quem sabe não encontremos resposta para muitos porquês disso e daquilo que vemos acontecer com os outros e porque não, com nós mesmos?
-E aí, seu Tião, ainda trabalhando na roça?
-Pois então, eu gosto de trabalhar fora. Vou contar para a dona, não suporto ficar em casa por dois motivos: Primeiro é que perdi a uns dois anos atrás, a minha mulher; ela que era a luz da minha vida, minha alegria .
-Que bom que vocês viviam bem. -
-Pois é dona, a minha esposa tinha o maior cuidado comigo, cozinhava muito bem, e quando a comida ficava pronta, era sempre eu que começava a servir. Nunca deixou de cuidar de mim, era minha companheira, eu sempre tinha com quem conversar...Agora que ela morreu, não tenho mais alegria de ficar em casa.
-o senhor não tem filhos?
-Sim, eu tenho oito filhos. Um deles morreu afogado quando era jovem, e os outros sete não querem nem saber de mim. Agora quando fazem a comida, se eu não ficar esperto, não sobra nada para mim. Se acaso eu não volto para casa, ningúem sequer vai até o quarto pra saber se eu tô vivo ou morto.Eles não querem me ver por perto. O segundo motivo é que o meu caçula tá usando essa tal de droga, e vive me roubando . Eu durmo com a carteira presa no corpo. Não combinamos de jeito nenhum. Se eu facilito, ele até me bate. Por isso é que eu gosto de trabalhar fora.
-Pois é, seu Tião. Mas por outro lado, o senhor agora pode ficar bem . Não precisa dos seus filhos pro seu sustento. Estou sabendo que o senhor tem duas aposentarias, nem precisa desse dinheirão todo. Aposto que tá fazendo uma boa poupança.
Bom até naquele ponto eu estava diante de um senhor de mais de setenta anos de idade, Com uma família criada em meio a muitas lutas, tinha perdido a esposa, a luz de sua vida, como ele dizia, e agora, como se isso não bastasse, era praticamente posto pra fora da sua própria casa, Pensei nessa história como muitas que agente houve por aí, e olhei aquele senhor franzino, pegando a enxada toda a manhã, faça chuva ou faça sol. Pensei na injustiça dos filhos em relação a ele. Um pai cançado, ja velho, tendo que ainda trabalhar para ter onde morar.
-Mas seu Tião, o senhor não precisa mais trabalhar assim .
-Sabe, Dona, os meus amigos dizem que o que acaba comigo é a gandaia. Estando na rua, não saio do bar da Lena. Eu tô enrolado é com umas muié. Elas levam todo o meu dinheiro. Só com uma tal fulana, eu tô enrolado... ja faz uns nove anos. E olha que ela é esperta demais, pega muito dinheiro.
Quase caí o queixo! -Nove anos? Mas seu Tião, o senhor só está viúvo a dois anos... O senhor era casado!
-Pois era!- Foi o que ele respondeu com um riso safado. Olhei para ele e só consegui falar: -Tá bom, Seu Tião, então o senhor não era fácil.
Nesse momento eu entendí o que a Bíblia conta sobre sodoma e gamorra. Os homens não sabem como sofrem e ficam perguntando Por quê? Será que é tão difícil assim, agente perceber em que ponto da nossa vida se perde o fio da meada e constrõem o próprio calvário? Não tenho o menor direito de julgar esse senhor e nem quero. Primeiro porque ele nem de longe se julga criador do momento atual de sua vida. Assim como ele, em sua simples história, nós outros também ocultamos de nós mesmos esses fios perdidos da meada, esses momentos em que uma plantação por menor que seja, responde lá na frente, nos cobrando caro a estrutura falida. Por um sorriso que deixamos de dar, por um abraço que negamos dentro do lar. Por fim as consequências, que a maioria enfrenta e nem sequer percebe que foi causa própria. Só algum dia com o despertar da verdadeira conciência se poder fazer uma varredura na própria história, e então analisar o que passou. Tanto pro seu Tião, como para 90% dos restantes esse momento ainda parece estar muito longe.
-E aí, seu Tião, ainda trabalhando na roça?
-Pois então, eu gosto de trabalhar fora. Vou contar para a dona, não suporto ficar em casa por dois motivos: Primeiro é que perdi a uns dois anos atrás, a minha mulher; ela que era a luz da minha vida, minha alegria .
-Que bom que vocês viviam bem. -
-Pois é dona, a minha esposa tinha o maior cuidado comigo, cozinhava muito bem, e quando a comida ficava pronta, era sempre eu que começava a servir. Nunca deixou de cuidar de mim, era minha companheira, eu sempre tinha com quem conversar...Agora que ela morreu, não tenho mais alegria de ficar em casa.
-o senhor não tem filhos?
-Sim, eu tenho oito filhos. Um deles morreu afogado quando era jovem, e os outros sete não querem nem saber de mim. Agora quando fazem a comida, se eu não ficar esperto, não sobra nada para mim. Se acaso eu não volto para casa, ningúem sequer vai até o quarto pra saber se eu tô vivo ou morto.Eles não querem me ver por perto. O segundo motivo é que o meu caçula tá usando essa tal de droga, e vive me roubando . Eu durmo com a carteira presa no corpo. Não combinamos de jeito nenhum. Se eu facilito, ele até me bate. Por isso é que eu gosto de trabalhar fora.
-Pois é, seu Tião. Mas por outro lado, o senhor agora pode ficar bem . Não precisa dos seus filhos pro seu sustento. Estou sabendo que o senhor tem duas aposentarias, nem precisa desse dinheirão todo. Aposto que tá fazendo uma boa poupança.
Bom até naquele ponto eu estava diante de um senhor de mais de setenta anos de idade, Com uma família criada em meio a muitas lutas, tinha perdido a esposa, a luz de sua vida, como ele dizia, e agora, como se isso não bastasse, era praticamente posto pra fora da sua própria casa, Pensei nessa história como muitas que agente houve por aí, e olhei aquele senhor franzino, pegando a enxada toda a manhã, faça chuva ou faça sol. Pensei na injustiça dos filhos em relação a ele. Um pai cançado, ja velho, tendo que ainda trabalhar para ter onde morar.
-Mas seu Tião, o senhor não precisa mais trabalhar assim .
-Sabe, Dona, os meus amigos dizem que o que acaba comigo é a gandaia. Estando na rua, não saio do bar da Lena. Eu tô enrolado é com umas muié. Elas levam todo o meu dinheiro. Só com uma tal fulana, eu tô enrolado... ja faz uns nove anos. E olha que ela é esperta demais, pega muito dinheiro.
Quase caí o queixo! -Nove anos? Mas seu Tião, o senhor só está viúvo a dois anos... O senhor era casado!
-Pois era!- Foi o que ele respondeu com um riso safado. Olhei para ele e só consegui falar: -Tá bom, Seu Tião, então o senhor não era fácil.
Nesse momento eu entendí o que a Bíblia conta sobre sodoma e gamorra. Os homens não sabem como sofrem e ficam perguntando Por quê? Será que é tão difícil assim, agente perceber em que ponto da nossa vida se perde o fio da meada e constrõem o próprio calvário? Não tenho o menor direito de julgar esse senhor e nem quero. Primeiro porque ele nem de longe se julga criador do momento atual de sua vida. Assim como ele, em sua simples história, nós outros também ocultamos de nós mesmos esses fios perdidos da meada, esses momentos em que uma plantação por menor que seja, responde lá na frente, nos cobrando caro a estrutura falida. Por um sorriso que deixamos de dar, por um abraço que negamos dentro do lar. Por fim as consequências, que a maioria enfrenta e nem sequer percebe que foi causa própria. Só algum dia com o despertar da verdadeira conciência se poder fazer uma varredura na própria história, e então analisar o que passou. Tanto pro seu Tião, como para 90% dos restantes esse momento ainda parece estar muito longe.
sexta-feira, 18 de fevereiro de 2011
As mais formosas sobre a terra
Amanhã teremos reunião no Bethel união e Fraternidade de Pompéu. Depois de quase dois meses de férias, é hora de pegar no pesado e recomeçar. Para quem não conhece o que significa um Bethel, eu diria que é mais uma luz projetada do alto para acompanhar o desenvolvimento moral e espiritual de jovens da grande família maçônica, num período que vai dos dez a vinte anos de idade. E isso é muito bom, tem dado bons frutos em muitos países, porque é justamente num tempo em que as dúvidas e as inseguranças são muito grandes entre essas jovens, e ajudá-las é o que estamos tentando fazer aqui em Pompéu. É um trabalho voltado para a responsabilidade com a pátria, com a família e com o próximo e busca restituir ábitos e costumes que mantém essas jovens unidas por um mesmo ideal. Hoje tivemos reunião com o conselho Guardião para estabelecer metas para o ano de 2011, e uma delas é justamente homenagear as filhas que fizeram muito bonito em anos anteriores e em 2010, principalmente em relação aos estudos, passando em vestibulares Federais e particulares por essas Minas Gerais afora. São nossas filhas de Jó nos enchendo de orgulho pelo desempenho, pela coragem e responsabilidade com que abraçaram os seus sonhos, e eu não tenho dúvidas, que daqui a alguns anos teremos entre elas, excelentes profissionais a contribuir para um mundo melhor. O Brasil precisa de mulheres como as filhas de Jó. A história conta que elas foram as mais formosas sobre a terra. Quem quiser saber mais é só pesquisar, porque eu conto aqui, mas é só um pouquinho de cada vez. Abraços a todos.
quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011
O Mínimo.
Hoje eu estou mau humorada, essa história da votação do salário mínimo se tornou o show do dia e eu não tenho a menor vontade de acompanhar, nem tampouco saber o resultado. Absolutamente não vejo nenhum interesse por parte dos deputados em resolver os problemas sérios que existem e atropelam a vida das pessoas. Mas o show continua e vai pela noite adentro. Quantas horas mesmo eles gastaram para aumentar os próprios salários? Na calada da noite? Eu não queria brigar com o sistema...
sexta-feira, 11 de fevereiro de 2011
DISCRIMINAÇÃO SOCIAL
Pessoal, não sei se um dia vai ser possível mudar o que aí está , mas acontece coisas no Brasil que não é normal. Uma delas é o abuso das vantagens concedidas a determinados profissionais, com privilégios inaceitáveis. São os senhores Juízes, deputados, senadores, servidores do alto escalão do governo etc. Convenhamos que eles carregam grandes responsabilidades, mas que a bem da verdade falham vergonhosamente em muitas delas e são os maiores desertores dessas responsabilidades, porque vivem deixando o povo na mão. O trabalhador comum trabalha o mês inteiro e recebe o seu salário, depois, com esse salário, ele paga as suas despesas normais, se sustenta e a seus dependentes. Se sobrar, ótimo, se não, o problema é dele. Agora, eu juro que não entendo o porquê de certas camadas da sociedade, que só porque estudaram para determinado cargo, não pode viver do seu salário, que é quase mil vezes maior do que o salário mínimo, pagar pela sua moradia, pela água e luz, pelos seus funcionários particulares, como todo cidadão brasileiro. São pessoas que muitas vezes trabalham muito menos que outros, ganham muito mais e o país ainda lhes concede o suficiente para a ostentação e luxúria. Os absurdos acontecem no nosso nariz, humilha a população o quanto pode, e ningúem faz nada, ou melhor, faz sim ,paga as contas deles. Por acaso essa camada privilegiada da sociedade precisa de caridade material? Eles pensam que são deuses? E o Brasil precisando cortar despesas e não sabem aonde fazer esses cortes? É uma pena que a insensibilidade total dos três poderes nada fazem . O povo está a mercê dos juízes que não dão conta do recado, os processos se acumulam como ratos, muitas cidades e comarcas estão sem a presença dessas autoridades. È claro que eles são poucos, o país não tem condições de pagar tantos quantos são necessários para cumprirem com o serviço, que só multiplica a cada dia . O quanto custa um deputado federal aos cofres públicos? O salário dele, o povo sabe o valor, mas e os privilégios? Por que tem que ser assim? De onde eles vieram? Para mim um país que trata com essa diferença os seus cidadãos, no mínimo pratica a discriminação social. Um país dentro de outro país.
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
AUTO CONTROLE
A Pessoa que luta pelo seu auto controle tem a opção de pensar antes de agir; ela se torna um ser que difere dos demais em alguns quesitos de extrema importância para uma vida de serenidade. Porque aquele que não procura se controlar sofre muito, e ao menor sinal de contrariedade já expõem a sua insegurança, antes mesmo do outro terminar de falar; se ouve uma má notícia logo se desespera, fica vermelho na face, numa posição de defesa, antes mesmo de ser atacado; outros quebram pratos e copos, batem a porta, soltam palavrões e gritarias, jogam pedras e fogem quando sentem que lhes faltam argumentos suficientes para se defenderem. Agem sem medir as conseqüências e depois se enrolam todo na corda de suas próprias invigilânçias. Atiram em relacionamentos, como quem toma um barco furado, sem o menor cuidado com o rumo que ele pode levar,
De vez em quando Deus testa o meu autocontrole, e eu sempre descubro que estou longe de possuí-lo. Mas hoje em dia já penso bastante no assunto e tento me lembrar, principalmente nas ocasiões de contendas, das coisas que discutimos nas reuniões de reforma íntima. Aprendi que ouvir primeiro o que o outro tem para dizer, ajuda a evitar o mal entendido, e que quem grita, assim o faz por não ter a certeza absoluta de que o que fala ou que faz, está correto. A insegurança é peça chave nos nossos conflitos mais íntimos. Há muito o duelo foi extinto do mundo moderno, e, no entanto, nós continuamos a duelar vinte e quatro horas por dia. Não há controle que resista às dúvidas em meio a tanto “amor próprio” sentimentos que apaga as boas intenções, o respeito pelo o outro, o desprendimento das coisas matérias e provoca as atitudes agressivas. Eu não vejo outro caminho para a humanidade, se não o despertar para as transformações internas de cada um. E isso ninguém pode fazer pelo outro.
De vez em quando Deus testa o meu autocontrole, e eu sempre descubro que estou longe de possuí-lo. Mas hoje em dia já penso bastante no assunto e tento me lembrar, principalmente nas ocasiões de contendas, das coisas que discutimos nas reuniões de reforma íntima. Aprendi que ouvir primeiro o que o outro tem para dizer, ajuda a evitar o mal entendido, e que quem grita, assim o faz por não ter a certeza absoluta de que o que fala ou que faz, está correto. A insegurança é peça chave nos nossos conflitos mais íntimos. Há muito o duelo foi extinto do mundo moderno, e, no entanto, nós continuamos a duelar vinte e quatro horas por dia. Não há controle que resista às dúvidas em meio a tanto “amor próprio” sentimentos que apaga as boas intenções, o respeito pelo o outro, o desprendimento das coisas matérias e provoca as atitudes agressivas. Eu não vejo outro caminho para a humanidade, se não o despertar para as transformações internas de cada um. E isso ninguém pode fazer pelo outro.
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